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sábado, 7 de junho de 2008

A Poesia e a Feira das Vaidades (trabalhos de Sífiso)



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* Kant_O_Photomático
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* Porque estou na BLOGOSFERA
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* Seja Bem-Vindo Quem Vier por Bem
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* Veramente Vero
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Castigo de Sífiso

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Escrever não é atividade fácil, embora pareça. Há tempos, um amigo, após visitar uma jornalista, me disse que ela (jornalista) não devia saber escrever, tantos os manuais sobre a arte de escrever espalhados em sua mesa e estante. Quem - profissional de imprensa – precisava de tantos manuais, dizia o amigo, com certeza ainda não sabe escrever.As coisas não são assim, apressei-me a esclarecer. O escritor que achar que sabe tudo, já está deixando de saber de muita coisa. É que quanto mais se escreve, quanto mais se ilustra, quanto mais se tem conhecimento, mais se amplia o nosso desconhecimento.

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O Rei de Corinto, Sísifo, segundo a lenda grega, tendo escapado do inferno, como castigo pela fuga foi condenado a empurrar uma pedra até o alto da montanha. Quando terminava o trabalho, a pedra despencava morro abaixo e Sísifo era obrigado a recomeçar. O “castigo de Sísifo” de quem escreve é estar sempre lendo manuais e livros e revistas em geral, para se atualizar e para se fazer entender por seus leitores. Nunca se atualiza completamente e nem sempre se faz entender pelos leitores. Não se fazer entender pelos leitores é o pior que pode acontecer a quem escreve.

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É castigo de Sísifo, redobrado.Em ótimo livro (“A Arte de Argumentar”, Ateliê Editorial, 136 páginas, R$ 29,00) o autor, Antônio Suárez Abreu, professor da UNESP, traz este texto:

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“Durante a campanha para a prefeitura de São Paulo, em 1985, Jânio Quadros contou com o apoio do deputado e ex-ministro Delfim Neto. Durante um comício para moradores de um bairro da periferia, Delfim terminou sua fala dizendo:“ – A grande causa do processo inflacionário é o déficit orçamentário!” Logo depois, Jânio chamou Delfim de lado e disse: “ – Delfim, olhe para a cara daquele sujeito ali. O que você acha que ele entendeu do seu discurso? Ele não sabe o que é processo. Não sabe o que é inflacionário. Não sabe o que é déficit. E não tem a menor idéia do que é orçamentário. Da próxima vez, diga assim: - A causa da carestia é a roubalheira do governo”.

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Eu nunca tive muita simpatia pelo presidente Jânio Quadros. Sempre o achei bastante desequilibrado para comandar um país, principalmente o meu país. Em compensação, gostava menos ainda de Delfim Neto. Com o correr dos tempos o pensamento da gente vai se modificando e a opinião sobre os outros também, para melhor ou para pior. No caso dos dois, para melhor.

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Mas aqui, confesso que gostaria de ter nos escritos a síntese definitiva de Jânio Quadros, jogando pela janela o palavrório inútil de Delfim Neto, para explicar o fenômeno que Jânio sintetizou em menos de uma linha: “A causa da carestia é a roubalheira do governo”.

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É assim que eu queria dizer as coisas.Espero que para o próximo ano eu possa ser mais Jânio e menos Delfim, se não fui suficientemente até agora. Mas nada me livra, a mim e à jornalista visitada pelo amigo, do eterno trabalho de Sísifo: ler incessantemente e fazer anotações para completar as 38/40 linhas a que me condenei. E, na semana que vem, recomeçar mais uma vez.

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Fonte: http://www.atenasnoticias.com.br/site/colunas.asp?codigo=6936&tipo=4
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A Feira das Vaidades
[151054]
€30.35
A Feira das Vaidades
Clique para ampliar
Autor:
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William_Makepeace_Thackeray


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Inglaterra está à beira da guerra decisiva com Napoleão, os impérios europeus degladiam-se, centenas de milhares de homens morrem nos campos de batalha e a classe alta de Londres continua feliz, a beber os seus cálices de Porto e Madeira e a não abdicar dos seus maiores excessos, loucuras e luxos.

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Na escola de Miss Pinkerton, as meninas Rebecca Sharp e Amelia Sedley tornam-se as melhores amigas. Becky é orfã e não tem rendimentos; Amelia pertence a uma família da burguesia endinheirada. Becky é ambiciosa, sedutora e falsa; Amelia é a personificação da inocência pura. Juntas, vão passar os maiores momentos de paixão, sofrimento e vingança num cenário de exuberância e fausto que tem como pano de fundo os horrores das Guerras Napoleónicas.

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Até 1847, William Thackeray era praticamente desconhecido do público. Nesse ano, começa a editar em fascículos o seu primeiro romance - A Feira das Vaidades - que é hoje considerado a sua obra prima e que foi colocado a par com o melhor que Charles_Dickens escreveu (ver também
en.wikipedia.org/Charles_Dickens)
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Com absoluta mestria, Thackeray retrata de maneira realista e satírica, a decadência e arrogância da alta sociedade londrina, construindo uma galeria de personagens que se mantém imortal.

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Desenho de Camilo Monteiro
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terça-feira, 13 de maio de 2008

Visões do Mundo que nos cerca

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Uma greve no antigamente - Victor Nogueira
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Um 1º de Maio no tempo do fascismo - Victor Nogueira
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O 4 de Fevereiro e o início da guerra em Angola - Victor Nogueira
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O 15 de Março em Angola - Victor Nogueira
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Vidas (2) - O Cunha, alfarrabista em Luanda - Victor Nogueira
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Vidas (4) - A Bela e o Monstro - por Victor Nogueira
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Vidas (5) - A fúria do Zé do Casarão - Victor Nogueira
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Na cadeia e no tribunal de Arraiolos - Victor Nogueira
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Uma sessão cultural em Évora - 1972 - Victor Nogueira
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RTP - Zip-Zip - Uma pedrada no charco - Victor Nogueira e outros
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Breve história dum miúdo - o Jorge - Victor Nogueira

Coimbra - Encontro Nacional de Direcções Associativas - Novembro 1974 - Victor Nogueira
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1974 - Campanhas de Alfabetização - Victor Nogueira
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OS DIAS DA REVOLUÇÃO (notas soltas) - Victor Nogueira
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O Alentejo Rural - antes e depois de Abril - Victor Nogueira
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O 1º emprego, a tempo inteiro - Victor Nogueira
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O maior português de todos os tempos (1) Zé Povinho ou Fernão Mendes Pinto - Victor Nogueira
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O Maior Português de sempre (6) - Salazar porquê ? - Luis Alves de Fraga e comentários de Victor Nogueira e outros
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Mortos com os «safanões» ordenados por Salazar e Caetano (1) - Victor Nogueira
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Mortos com os «safanões» ordenados por Salazar e Caetano (2) - Victor Nogueira
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Efemérides entre Agosto e Setembro - Victor Nogueira
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1926 a 1974 - 48 anos sem direitos - Victor Nogueira
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Reflexões sobre a história e os diferentes ângulos de visão - Victor Nogueira
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A matança dos «inocentes», segundo a História do Senhor M. Lima - Victor Nogueira
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O Direito à Vida acaba com o nascimento?- Textos de Victor Nogueira e Anabela Fino
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Histórias com o Caló - Victor Nogueira

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As voltas que o Mundo dá - Victor Nogueira
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Quem são e como são os Patrões portugueses - Victor Nogueira
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25 de Abril - Reflexão e alguns dados - Victor Nogueira
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A mulher e o mundo do trabalho - Igualdade por cumprir - Victor Nogueira
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6 de Julho [2006] - Razões de ser duma jornada de luta - Victor Nogueira
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A subversão encapotada da Constituição - Victor Nogueira
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A Escola Pública posta em causa ? - Victor Nogueira
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Vitória do Sim - IVG - Jerónimo de Sousa antecedida de nota de Victor Nogueira
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Um Mundo de contrastes - Victor Nogueira
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Teletrabalho: uma via para a liberdade ou caminho para a exploração? - Victor Nogueira
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Salazar e a defesa de Portugal do Minho a Timor - Victor Nogueira
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Massacres em Angola - 1961- pontos de vista - Victor Nogueira
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Histórias de enganos ... - Victor Nogueira
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Guerra, Descolonização e tentativa de branqueamento da História - Victor Nogueira
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Portugal: descolonização exemplar ou traição criminosa ? - Victor Nogueira
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Abril em Maio após Novembro (1) - Concepção e selecção de imagens de Victor Nogueira
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Abril em Maio após Novembro (2) - Victor Nogueira
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Paris, já está a arder? - Victor Nogueira (texto e selecção de imagens) e

Em conversa com ... (11) «anti-prémio da Humanidade» - Concepção e selecção de imagens de Victor Nogueira . Informação alternativa - Victor Nogueira
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Silêncio - Foto de autor não identificado espalhada pela blogosfera como em ...
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terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Caminheiro caminhando se faz o caminho



* Victor Nogueira
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CAMINHANTE CAMINHANDO SE FAZ O CAMINHO (1)

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Em que lugar e tempo sossegarei
A que porto chegarei
Em que ombro descansarei
Este imaginar sonhando
Este buscar sem fim buscando
Este querer não querendo

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Este estar não estando
Este chegar partindo
O caminho que seguirei !?


1986.Maio.03

Setúbal

Caminhante caminhando se faz o caminho (2)

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Este imaginar sonhando
Este buscar sem fim buscando
Este querer não querendo
Este estar não estando
Este chegar partindo
O caminho que seguirei!

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Em que lugar e tempo sossegarei?
A que porto chegarei?
Em que ombro descansarei?

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CAMINHANTE CAMINHANDO SE FAZ O CAMINHO (3)

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d’Este imaginar sonhando
d’Este buscar sem fim buscando
d’Este querer não querendo
d’Este estar não estando
d’Este chegar partindo
d’O caminho que seguirei!

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Em que lugar e tempo sossegarei?
A que porto chegarei?
Em que ombro descansarei?

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1988.Julho.24

Setúbal

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CAMINHANDO INTERRoGATIVAMENTE

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Caminhando o caminho, bem ou mal,
Partindo a derrota que seguirei,
Em busca daquilo que serei
Usando faladura em areal.

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É razão instinto de animal?
Acordado pe(r)di o que sonhei?
Como águia ou pardal não voei
Atolado em verde lamaçal?

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Como posso dormir ficando desperto?
Onde vivem o amor e o ódio?
Como fazer a paz estando em fera guerra?

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Como afastar do mundo o mar, deserto,
Afastando a dormideira do ópio?
Caminho em busca do sol na terra!

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imagem das pegadas retirada daqui

durangomes.spaces.live

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Victor Nogueira - Fotografia no Kant_O_Ximpi


Hoje o Rui Pedro comemora 27 anos

Rui Pedro e Celeste - Évora (1980)

Repórter on line - Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades em Setúbal

Voltarei a ver-te, Igualdade

Setúbal - Tempestade sobe Cetóbriga

I'm Bad

Setúbal . Pedra Furada - monumento geológico

Lisboa - Estruturas metálicas - CCB - Lisboa

Setúbal - Muralha Medieval

Igreja de S. Julião - vista parcial da fachada frontal, obras - Setúbal

Setúbal - Estrada da Graça - ruínas

Setúbal - Laranjeira

Setúbal - Avenida Luísa Todi - coreto na placa central

Beja - marco do correio

Porta com aldraba

Porta com aldraba

Cartaxo - porta com aldraba

Setúbal - Igreja de S. Julião - portal lateral manuelino

Setúbal - poluição ao pôr do sol - (esteiros e Central Termo Eléctrica)

Setúbal - poluição ao pôr do sol - (esteitos e Central Termo Eléctrica)

Setúbal - Praça e estátua do Bocage e Igreja de S. Julião

Reportagem - O «adeus» à Festa

Setúbal - Nascer do Sol com Playmobil

O Povo na Comuna de Paris e as Crianças

Setúbal - Bairro Azul - crianças

gilberto-de-oliveira, camarada (VN)

O insólito em Carcavelos

evoraburgomedieval-no-antigamente (VN)

Convento do Espinheiro

Praça do Giraldo

Mercado Municipal

Templo romano (p.b)

Vista a partir do Jardim de Diana

Largo Luís de Camões ou «Praça Vermelha» (p.b.)

Mafra e arredores (VN)

Mafra - placa toponímica

Mafra - Convento - pormenor da fachada

Mafra - Convento - pormanor da fachada com andaimes

Sobreiro - escultura de João Franco

Atouguia da Baleia - Igreja de S. Lourenço - túmulo na fachada lateral

Na-rota-das-judiarias-portuguesas (*)

Belmonte - ruínas do Castelo

aqui-neste-nono-andar (VN)

Paço de Arcos - pôr do sol à janela

Os Tratadores de canídeos (VN)

Luanda - O Jack II olhando para o Brasil

Serpa - um cão galhofeiro

Linda-a-Pastora - cão prisioneiro à janela

Lisboa - cão sentado, à janela

Lisboa - cão em pé, à janela

Cegonhas

Mértola - cegonha no telhado

Álcacer do Sal - ninhos de cegonhas em postes

Uma gaivota e as-pombinhas-da-catrina... (VN)

Porto - Gaivota - Cemitério de Agramonte

Setúbal - Pombo no cimo da cabeça de Luísa Todi (memorial)

Viagens Virtuais (VN)

Reguengos de Monsaraz - rua

Reguengos de Monsaraz - interior do castelo e torre

Reguengos de Monsaraz - Porta na muralha

Évora - vista aérea a partir dum «teco-teco»

Évora - telhados

Évora - vista aérea a partir dum «teco-teco»: Sé, templo romano, antigo Palácio da Inquisição (ISESE) e jardim de Diana

o-amor-é-uma-companhia- (VN)

Setúbal - Estuário do Rio Sado ao pôr do sol

Setúbal - Barcos no Estuário do Rio Sado (*)

Traineiras na Doca da Pesca e Susana

Pescadores à linha

Barco em fim de vida e núvens

Barcos em fim de vida - carcaças

Barcos em fim de vida - leme assoreado

LISTAGEM POR CONCLUIR

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Victor Nogueira - Poesia (4) ordenada alfabeticamente e publicada nos blogs, até ao momento


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* Victor Nogueira


à guida sem amor hoje
A MENINA DULCE EM RODAVIVA
A NELA SAIU Á RUA
Amanhecer
ANAsoRISO DOS OLHOS GRANDES
ANGELFACEinCRIPTOGrAMICO
Ao camarada Gilberto
As Palavras
in «O Processo Criativo»
Auto retrato em Passatempo
Auto-retrato em Passatempo

Auto-retrato em Passatempo
BRINC'A BRONCA
CALENDÁRIO
CANÇAO DE RODA
Cantai olivais, Cantai de Alegria
Cantilena com mau gosto
CARREIRINHA iLETRADA
Cenas do jardim

Com os meus dedos
CORAÇÃO ROSA DOS VENTOS
Coração Rosa dos Ventos
Criptograma
Crónica da mui nobre e bela biblioteca …
DAS KAPITAL E O MANIFESTO COMUNISTA
DC EM PHOTOMATON
De Negro Vermelho

De pedra sois vós, coisa dura in Dois sonetos
De repente semeias o ar

Raízes
Dizem que os livros são os nossos melhores e maiores amigos
É a guerra o monstro que ceifa a vida
É tempo de chorar
Ecce Homo
ELEGIA PELA MINHA FAMÍLIA DISPERSA
ELEGIA POR UMA CERTA JUVENTUDE

Elegia sem ti
Eles são democratas
Encavalitado nos meus pensamentos
Erguer uma vez mais os diques

Erguer uma vez mais os diques
ERROS MEUS, MÁ FORTUNA, AMOR ARDENTE
Estão roucas as palavras
Évora, burgo medieval
em «Évora no Antigamente» [A vida quotidiana (excerto) ]
Flor do Mar sem guarida
Fogoso é o fogo da juventude:
ILUSIONISMO

João Baptista Cansado da Guerra in Dois sonetos
Lassos
LIBERDADE

Liberdade
LIBERDADE

Na linha do Barreiro
Na tua mão
Nas minhas mãos
Nesta Roda
Neste jogo de palavras

No beiral da minha porta
No cimo das escadas, o menino ...
No Dia Internacional da Mulher
Nós somos argila
Nostalgia
Notícias do Bloqueio II
em «inFelicidade»
O Amor é bem que suaviza
O Amor é uma companhia
O mundo é composto de fazenda e mudança
O mundo é composto de fazenda e mudança
O mundo é feito de fazenda e mudança
O nosso Partido
O que amo em ti á e vida
o que amo em ti é a vida

O que amo em ti é a Vida
OBRIGADO
P’ra tudo há seu gosto e desgosto
Palavras
Poesia na Rede
em «O amargo dos encontros perdidos»
QUADRAS SOLTAS COM TRAVÃO

Raízes
Raízes em o «Início da Guerra em Angola: o 4 de Fevereiro de 1961»
Recordo o que não houve
Retrato da jovem madeirense
Rimance da biblioteca municipal
Rio canto e choro
São triste madrigal e melancolia

Se o mar é tão belo e calmo in Convívio das Quadras - Extra (6)

Sedento nas tuas mãos esguias e belas
SEM A VENTURA
Setúbal, mar de prata
Setúbal, Terra de Encanto
Sorriste

Sorriste
Sorriste
Sospiros, cuydados, payxões de querer
TELEDRAMÁTICO

Todo o dia esperei por ti
Trago dentro de mim a tua imagem
Um dia tu virás

Um dia tu virás
Um dia tu virás ...
Um dia tu virás ...
VARIAÇÔES SOBRE AS PALAVRAS
Veramente Vero
Veramente Vero
Veramente Vero
Veramente Vero

Veramente Vero
VOLTAS EM TORNO DA FALTA DE LEMBRADURA EM VERSO HEROICAMENTE CELEBRADO
Vou-me embora, vou partir

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NOTA -
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1. - Poemas com o mesmo nome têm o mesmo texto, mas foram publicados em diferentes blogs ou no mesmo em datas diferentes
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2. - Poemas em itálico estão publicados em
Poesia na Rede em «O amargo dos encontros perdidos»
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Victor Nogueira - Poesia (3)
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Victor Nogueira - Poesia (3)


.......in Ao (es)correr da pena e do olhar


Gravura - Roberto Fantini (Ogni Giorno una Poesia)

Victor Nogueira - Poesia (2)


in Ao (es)correr da pena e do olhar
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ANGELFACEinCRIPTOGrAMICO (*)
VOLTAS EM TORNO DA FALTA DE LEMBRADURA EM VERSO HEROICAMENTE CELEBRADO
CANÇAO DE RODA
QUADRAS SOLTAS COM TRAVÃO
A NELA SAIU Á RUA
DC EM PHOTOMATON
A MENINA DULCE EM RODAVIVA
CARREIRINHA iLETRADA
ILUSIONISMO
BARREDO TARA NO TARÓ DE FACA E ALGUIDAR OU NA LIGA...
CALENDÁRIO ERROS MEUS, MÁ FORTUNA, AMOR ARDENTE
BRINC'A BRONCA
Fogoso é o fogo da juventude:


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Quadro: Ogni Giorno una Poesia de Roberto Fantini em art.com

Victor Nogueira - A poesia nas seis chagas ou blogs

NOTA - A Poesia começou em Kant_O XimPi que, com o tempo, passou a ter um carácter de Registo Político, sobretudo a partir de «recortes da imprensa». Assim resolvi destinar Ao (es)correr da pena e do olhar para textos pessoais, incluindo a minha poesia.
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O que se segue é uma espécie de índice para quem estiver interessado em localizá-la.
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· Ao (es)correr da pena e do olhar
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Auto-retrato em Passatempo
Veramente Vero


Nesta Roda
Neste jogo de palavras
Recordo o que não houve
Sedento nas tuas mãos esguias e belas
Sorriste
Todo o dia esperei por ti
Trago dentro de mim a tua imagem
O que amo em ti é a Vida
Na tua mão
Com os meus dedos
Nas minhas mãos
Elegia sem ti
Liberdade
LIBERDADE
Erguer uma vez mais os diques
Raízes
Um dia tu virás
Veramente Vero
Vou-me embora, vou partir
Auto-retrato em Passatempo


in Poesia na Rede em «O amargo dos encontros perdidos»


P’ra tudo há seu gosto e desgosto
Crónica da mui nobre e bela biblioteca …
Rimance da biblioteca municipal
São triste madrigal e melancolia

João Baptista Cansado da Guerra
De pedra sois vós, coisa dura

in Dois sonetos

Sospiros, cuydados, payxões de querer
Cantilena com mau gosto
No beiral da minha porta
O mundo é composto de fazenda e mudança
Nostalgia
Sorriste
Um dia tu virás ...
.
· Kant_O XimPi
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O mundo é feito de fazenda e mudança
Setúbal, Terra de Encanto
Setúbal, mar de prata
Ao camarada Gilberto
A vida quotidiana (excerto) Évora, burgo medieval em «Évora no Antigamente»
Na linha do Barreiro
De Negro Vermelho
O Amor é uma companhia
O Amor é bem que suaviza
Flor do Mar sem guarida
Coração Rosa dos Ventos
Um dia tu virás ...
De repente semeias o ar
Raízes
Raízes em o «Início da Guerra em Angola: o 4 de Fevereiro de 1961»
O nosso Partido
No cimo das escadas, o menino ...
Cenas do jardim
Nós somos argila
No Dia Internacional da Mulher
Dizem que os livros são os nossos melhores e maiores amigos
Estão roucas as palavras
Sorriste
Lassos
Ecce Homo
É tempo de chorar
É a guerra o monstro que ceifa a vida
O que amo em ti á e vida
Eles são democratas
DAS KAPITAL E O MANIFESTO COMUNISTA
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· Mundo Phonographo
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Auto retrato em Passatempo
As Palavras in «O Processo Criativo»
Cantai olivais, Cantai de Alegria
Notícias do Bloqueio II em «inFelicidade»
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· Galeria e Photomaton
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Veramente Vero
O mundo é composto de fazenda e mudança
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· Ao Sabor do Olhar
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Veramente Vero
·
D’ali e D’aqui
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Veramente Vero
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Quadro: Ogni Giorno una Poesia de Roberto Fantini em art.com