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domingo, 23 de maio de 2010

Kant_O_Photomatico




Salas de Revelação

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terça-feira, 19 de maio de 2009

Olhares sobre Setúbal

* Fotografias de Victor Nogueira

A «beleza» da poluição

Vila Maria - demolida

A vigilância do Forte de S. Filipe


Primavera na Avenida 5 de Outubro

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Voltei, para quem possa interessar a notícia :-).


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Pois ...Após o meu computador ter pifado comprei um novo e após semanas sem ligação à NET vieram arranjar o modem. Assim, um bom 2009 para cada um(a) e para todos (todas). Vai ser difícil para a maioria, mas «Eles não sabem nem sonham que o sonho comanda a vida» (Gedeão) e que o importanta é transformar o mundo (Marx), não para uma minoria cada vez mais escassa mas para todos. E que tudo vale a pena, quando a alma não é pequena (Pessoa).

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Vá lá, uma forcinha.Qual o tamanho da alma de quem me lê?
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Foto de Victor Nogueira (estuário do Rio Sado)
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sábado, 7 de junho de 2008

A Poesia e a Feira das Vaidades (trabalhos de Sífiso)



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* Kant_O_Photomático
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* Porque estou na BLOGOSFERA
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* Seja Bem-Vindo Quem Vier por Bem
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* Veramente Vero
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Castigo de Sífiso

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Escrever não é atividade fácil, embora pareça. Há tempos, um amigo, após visitar uma jornalista, me disse que ela (jornalista) não devia saber escrever, tantos os manuais sobre a arte de escrever espalhados em sua mesa e estante. Quem - profissional de imprensa – precisava de tantos manuais, dizia o amigo, com certeza ainda não sabe escrever.As coisas não são assim, apressei-me a esclarecer. O escritor que achar que sabe tudo, já está deixando de saber de muita coisa. É que quanto mais se escreve, quanto mais se ilustra, quanto mais se tem conhecimento, mais se amplia o nosso desconhecimento.

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O Rei de Corinto, Sísifo, segundo a lenda grega, tendo escapado do inferno, como castigo pela fuga foi condenado a empurrar uma pedra até o alto da montanha. Quando terminava o trabalho, a pedra despencava morro abaixo e Sísifo era obrigado a recomeçar. O “castigo de Sísifo” de quem escreve é estar sempre lendo manuais e livros e revistas em geral, para se atualizar e para se fazer entender por seus leitores. Nunca se atualiza completamente e nem sempre se faz entender pelos leitores. Não se fazer entender pelos leitores é o pior que pode acontecer a quem escreve.

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É castigo de Sísifo, redobrado.Em ótimo livro (“A Arte de Argumentar”, Ateliê Editorial, 136 páginas, R$ 29,00) o autor, Antônio Suárez Abreu, professor da UNESP, traz este texto:

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“Durante a campanha para a prefeitura de São Paulo, em 1985, Jânio Quadros contou com o apoio do deputado e ex-ministro Delfim Neto. Durante um comício para moradores de um bairro da periferia, Delfim terminou sua fala dizendo:“ – A grande causa do processo inflacionário é o déficit orçamentário!” Logo depois, Jânio chamou Delfim de lado e disse: “ – Delfim, olhe para a cara daquele sujeito ali. O que você acha que ele entendeu do seu discurso? Ele não sabe o que é processo. Não sabe o que é inflacionário. Não sabe o que é déficit. E não tem a menor idéia do que é orçamentário. Da próxima vez, diga assim: - A causa da carestia é a roubalheira do governo”.

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Eu nunca tive muita simpatia pelo presidente Jânio Quadros. Sempre o achei bastante desequilibrado para comandar um país, principalmente o meu país. Em compensação, gostava menos ainda de Delfim Neto. Com o correr dos tempos o pensamento da gente vai se modificando e a opinião sobre os outros também, para melhor ou para pior. No caso dos dois, para melhor.

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Mas aqui, confesso que gostaria de ter nos escritos a síntese definitiva de Jânio Quadros, jogando pela janela o palavrório inútil de Delfim Neto, para explicar o fenômeno que Jânio sintetizou em menos de uma linha: “A causa da carestia é a roubalheira do governo”.

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É assim que eu queria dizer as coisas.Espero que para o próximo ano eu possa ser mais Jânio e menos Delfim, se não fui suficientemente até agora. Mas nada me livra, a mim e à jornalista visitada pelo amigo, do eterno trabalho de Sísifo: ler incessantemente e fazer anotações para completar as 38/40 linhas a que me condenei. E, na semana que vem, recomeçar mais uma vez.

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Fonte: http://www.atenasnoticias.com.br/site/colunas.asp?codigo=6936&tipo=4
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A Feira das Vaidades
[151054]
€30.35
A Feira das Vaidades
Clique para ampliar
Autor:
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William_Makepeace_Thackeray


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Inglaterra está à beira da guerra decisiva com Napoleão, os impérios europeus degladiam-se, centenas de milhares de homens morrem nos campos de batalha e a classe alta de Londres continua feliz, a beber os seus cálices de Porto e Madeira e a não abdicar dos seus maiores excessos, loucuras e luxos.

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Na escola de Miss Pinkerton, as meninas Rebecca Sharp e Amelia Sedley tornam-se as melhores amigas. Becky é orfã e não tem rendimentos; Amelia pertence a uma família da burguesia endinheirada. Becky é ambiciosa, sedutora e falsa; Amelia é a personificação da inocência pura. Juntas, vão passar os maiores momentos de paixão, sofrimento e vingança num cenário de exuberância e fausto que tem como pano de fundo os horrores das Guerras Napoleónicas.

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Até 1847, William Thackeray era praticamente desconhecido do público. Nesse ano, começa a editar em fascículos o seu primeiro romance - A Feira das Vaidades - que é hoje considerado a sua obra prima e que foi colocado a par com o melhor que Charles_Dickens escreveu (ver também
en.wikipedia.org/Charles_Dickens)
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Com absoluta mestria, Thackeray retrata de maneira realista e satírica, a decadência e arrogância da alta sociedade londrina, construindo uma galeria de personagens que se mantém imortal.

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Desenho de Camilo Monteiro
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Victor Nogueira - Fotografia no Galeria & Photomaton


As Fotografias ...
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Photoandando por Oeiras (3) - Paço de Arcos
Photoandando por Oeiras (2) e Pôr-do-Sol
Photoandando por Oeiras (1)
Santiago do Cacém (3) - Miróbriga
Santiago do Cacém (2)
Santiago do Cacém (1) - Castelo e cercanias
No Mindelo (1)
Pôr do Sol (2)
Sol e núvens (1)
Janelas (2)
A Vida no Monte da Arouca - UCP Soldado Luís (3)
A Vida no Monte da Arouca - UCP Soldado Luís (2)
A Vida no Monte da Arouca - UCP Soldado Luís (1)
Estruturas (2)
Iluminação (1)
Templos Religiosos (6)
Fortificações (6)
Azulejos (1) - Setúbal
Estruturas (1)
Reflexo e Sombras (1)
Templos Religiosos (5) - Pormenores
Fortificações (5)
Dia do Bocage - Feriado Municipal de Setúbal
Um cavalo no altar-mor
Escultura
Fortificações (4)
Miscelânea
Templos Religiosos (4)
Fortificações (3)
Ponte 25 de Abril
Necrópoles e Túmulos (2)
Templos Religiosos (3)
Manoel (1921.09.04/ . .... )
Toponímia (3)
Povoações (1)
Água
Ternura
Jogos
Aquedutos
Toponímia (2)
Templos Religiosos (2)
Fortificações (2)
Murais (2)
Chaminés
Árvores (2)
Estendais
Festa do Avante (1)
Necrópoles e Túmulos (1)
Nocturnos (1)
O Fotógrafo estava lá !
Pôr do Sol (1)
Núvens (1)
Templos Religiosos (1)
Murais (1)
Campos do Alentejo (1)
Reflexos
Porto, cidade granítica
Zoológico
Costa litoral (1)
Toponímia (1)
Arcos e Passadiços (1)
Casas tradicionais - contrastes (1)
Brasões (1)
Fortificações (1)
Árvores (1)
Museus - Alentejo no roteiro das artes
Portas (1)
Janelas (1)
Marco do Correio

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O Fotógrafo ...
L'arroseur arrosée (2)
L'arroseur arrosée
Manoel (1921.09.04/ . .... )
Fotografia na Net • Victor Nogueira

Victor Nogueira - Fotografia no Kant_O_Ximpi


Hoje o Rui Pedro comemora 27 anos

Rui Pedro e Celeste - Évora (1980)

Repórter on line - Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades em Setúbal

Voltarei a ver-te, Igualdade

Setúbal - Tempestade sobe Cetóbriga

I'm Bad

Setúbal . Pedra Furada - monumento geológico

Lisboa - Estruturas metálicas - CCB - Lisboa

Setúbal - Muralha Medieval

Igreja de S. Julião - vista parcial da fachada frontal, obras - Setúbal

Setúbal - Estrada da Graça - ruínas

Setúbal - Laranjeira

Setúbal - Avenida Luísa Todi - coreto na placa central

Beja - marco do correio

Porta com aldraba

Porta com aldraba

Cartaxo - porta com aldraba

Setúbal - Igreja de S. Julião - portal lateral manuelino

Setúbal - poluição ao pôr do sol - (esteiros e Central Termo Eléctrica)

Setúbal - poluição ao pôr do sol - (esteitos e Central Termo Eléctrica)

Setúbal - Praça e estátua do Bocage e Igreja de S. Julião

Reportagem - O «adeus» à Festa

Setúbal - Nascer do Sol com Playmobil

O Povo na Comuna de Paris e as Crianças

Setúbal - Bairro Azul - crianças

gilberto-de-oliveira, camarada (VN)

O insólito em Carcavelos

evoraburgomedieval-no-antigamente (VN)

Convento do Espinheiro

Praça do Giraldo

Mercado Municipal

Templo romano (p.b)

Vista a partir do Jardim de Diana

Largo Luís de Camões ou «Praça Vermelha» (p.b.)

Mafra e arredores (VN)

Mafra - placa toponímica

Mafra - Convento - pormenor da fachada

Mafra - Convento - pormanor da fachada com andaimes

Sobreiro - escultura de João Franco

Atouguia da Baleia - Igreja de S. Lourenço - túmulo na fachada lateral

Na-rota-das-judiarias-portuguesas (*)

Belmonte - ruínas do Castelo

aqui-neste-nono-andar (VN)

Paço de Arcos - pôr do sol à janela

Os Tratadores de canídeos (VN)

Luanda - O Jack II olhando para o Brasil

Serpa - um cão galhofeiro

Linda-a-Pastora - cão prisioneiro à janela

Lisboa - cão sentado, à janela

Lisboa - cão em pé, à janela

Cegonhas

Mértola - cegonha no telhado

Álcacer do Sal - ninhos de cegonhas em postes

Uma gaivota e as-pombinhas-da-catrina... (VN)

Porto - Gaivota - Cemitério de Agramonte

Setúbal - Pombo no cimo da cabeça de Luísa Todi (memorial)

Viagens Virtuais (VN)

Reguengos de Monsaraz - rua

Reguengos de Monsaraz - interior do castelo e torre

Reguengos de Monsaraz - Porta na muralha

Évora - vista aérea a partir dum «teco-teco»

Évora - telhados

Évora - vista aérea a partir dum «teco-teco»: Sé, templo romano, antigo Palácio da Inquisição (ISESE) e jardim de Diana

o-amor-é-uma-companhia- (VN)

Setúbal - Estuário do Rio Sado ao pôr do sol

Setúbal - Barcos no Estuário do Rio Sado (*)

Traineiras na Doca da Pesca e Susana

Pescadores à linha

Barco em fim de vida e núvens

Barcos em fim de vida - carcaças

Barcos em fim de vida - leme assoreado

LISTAGEM POR CONCLUIR