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segunda-feira, 4 de maio de 2009

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Maquillage de Kabuki

Maquillage de théâtre Kabuki :personnage guerrier de style « aragoto ».

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Lumière sur...

Le (, ?) est un des styles traditionnels de théâtre japonais, venant d'une conception religieuse et aristocratique de la vie. Ce sont des drames lyriques au jeu dépouillé et codifié. La gestuelle des acteurs est stylisée autant que la parole qui semble chantée.

Constitué fin XIIIe siècle au Japon, le nô est une forme théâtrale unissant deux traditions : les pantomimes dansées et les chroniques versifiées récitées par des bonzes errants. Le drame, dont le protagoniste est couvert d'un masque, était joué les jours de fête dans les sanctuaires. Ses acteurs, protégés par les daimyo et les shogun, se transmettent depuis lors de père en fils les secrets de leur art. Le nô a évolué de diverses manières dans l'art populaire et aristocratique. Il formera aussi la base d'autres formes dramatiques comme le kabuki. Après que Zeami a fixé les règles du nô, le répertoire s'est figé vers la fin du XVIe siècle et nous demeure encore intact. Le nô est unique dans son charme subtil (yūgen) et son utilisation de masques distinctifs.

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sábado, 25 de abril de 2009

O 25 de Abril de 2009 nos meus blogs






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SONETO ESCRITO NA MORTE DE TODOS OS ANTIFASCISTAS ASSASSINADOS PELA PIDE - Ary dos Santos

Soneto do Trabalho - Ary dos Santos


Mu(n)do Phonographo

25 de Abril - O Antes, o Entretanto e o Agoramente - Textos de Victor Nogueira


Kant_O Photomatico

Évora em Fotografia (1974 - 1976) - Fotografias de Victor Nogueira


Ao (es)correr da Pena e do Olhar

Victor Nogueira - Poesia


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PCP comemora 35 anos da Revolução dos Cravos nas ruas

Sábado, Portugal celebra os 35 anos da Revolução dos Cravos

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25 de Abril - O Antes, o Entretanto e o Agoramente - Textos de Victor Nogueira



As voltas que o Mundo dá - Victor Nogueira
Mortos com os «safanões» ordenados por Salazar e Caetano (1) - Victor Nogueira
Mortos com os «safanões» ordenados por Salazar e Caetano (2) - Victor Nogueira

1926 a 1974 - 48 anos sem direitos - Victor Nogueira
Uma greve no antigamente - Victor Nogueira
Um 1º de Maio no tempo do fascismo - Victor Nogueira
Na cadeia e no tribunal de Arraiolos - Victor Nogueira
Uma sessão cultural em Évora - 1972 - Victor Nogueira
Achamentos, Descobrimentos ou Encontros de Culturas - uma outra abordagem ! - Victor Nogueira
O 4 de Fevereiro e o início da guerra em Angola - Victor Nogueira
O 15 de Março em Angola - Victor Nogueira
O maior português de todos os tempos (1) Zé Povinho ou Fernão Mendes Pinto - Victor Nogueira
O Alentejo Rural - antes e depois de Abril - Victor Nogueira
A matança dos «inocentes», segundo a História do Senhor M. Lima - Victor Nogueira
Massacres em Angola - 1961- pontos de vista - Victor Nogueira
Guerra, Descolonização e tentativa de branqueamento da História - Victor Nogueira
Portugal: descolonização exemplar ou traição criminosa ? - Victor Nogueira
OS DIAS DA REVOLUÇÃO (notas soltas) - Victor Nogueira
A subversão encapotada da Constituição - Victor Nogueira
Ainda a VI Revisão Constitucional - Victor Nogueira
25 de Abril - Tempo de Vida e Tempo de Afirmação - Victor Nogueira
A mulher e o mundo do trabalho - Igualdade por cumprir - Victor Nogueira
Em Luta pela Defesa do Direito ao Trabalho à Saúde e a uma Vida com Dignidade - Victor Nogueira
A Escola Pública posta em causa ? - Victor Nogueira
Reflexões sobre a história e os diferentes ângulos de visão - Victor Nogueira
25 de Abril - Reflexão e alguns dados - Victor Nogueira
Campanha pelo Direito à Vida ! - Victor Nogueira

terça-feira, 21 de abril de 2009

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quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

A UNIÃO EUROPEIA NA ENCRUZILHADA - artigos e debates


No âmbito dos encontros regulares realizados em parceria com o Instituto Franco-Português destinados a promover o debate sobre artigos do jornal comuns à edição original francesa e à edição portuguesa, este mês propomos a discussão em torno do artigo de Bernard Cassen «Ressureição da "Constituição" europeia» da edição de Dezembro. Poderá ler um excerto deste artigo sítio Internet do jornal.

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Disponíveis em linha estão também os artigos do dossiê publicado na edição de Julho «A UNIÃO EUROPEIA NA ENCRUZILHADA», «Neoliberalismo e crise do projecto europeu» de João Rodrigues e Ricardo Paes Mamede, «Por uma Europa federal e democrática» de Pedro Nuno Santos e «A "Europa dos cidadãos" tem medo dos cidadãos da Europa» de António Figueira.

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Na semana da assinatura do Tratado de Lisboa, este debate reveste-se de uma enorme actualidade e importância.

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O debate contará com a presença de António Figueira, Daniel Oliveira e Ricardo Paes Mamede,
e terá lugar na zona do bar do Instituto Franco-Português no dia 14 de Dezembro, sexta-feira, a partir das 21h30.

A entrada é livre. Participe!


Clique aqui para ver o mapa com a localização do Instituto Franco-Português (Av. Luís Bivar, n.º 91, em Lisboa - junto ao Saldanha).
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Assine a edição portuguesa do Le Monde diplomatique até ao final de Dezembro e receba a oferta do livro Uma Sociedade à Deriva, de Cornelius Castoriadis.

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Mais informações em Le mondediplo.Portugal
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terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Revolução de Outubro no Vermelho


Turbilhão na história


O portal Vermelho comemora, aqui, os 90 anos da Revolução Russa.

Um acontecimento que marcou a história da humanidade e mostrou que a transformação da sociedade é possível com a luta de homens e mulheres. A superação da exploração, das desigualdades sociais, da miséria que caracterizam o capitalismo pode dar lugar a uma sociedade de novo tipo, a sociedade Socialista.




A Revolução de 1917 foi a mais profunda desde que existe a civilização. O estado socialista que nasceu em 1917, derrotou a agressão nazista, em 1945 e se consolidou como uma experiência avançada que prometia um futuro risonho para todos. A democracia, as conquistas sociais, a independência dos povos da África e da Ásia que ainda estavam sob o jugo colonial, foram conseqüências não só da existência da URSS, mas muitas vezes de seu apoio ativo às suas lutas.



Marx já havia assinalado, muitas décadas antes, que a revolução proletária é diferente das demais porque é movida por uma crítica implacável contra si própria e seus protagonistas. Ela ergue-se, cai para levantar-se novamente, poderá cair outra vez sob os golpes daquela crítica feroz, até finalmente conquistar a forma de estado adequada para a eliminação de toda dominação.



A Grande Revolução Russa de 1917 não fugiu a este vaticínio. Sua trajetória foi marcada por grandes avanços e também grandes contradições. Até finalmente ter um melancólico final sete décadas depois, entre os anos de 1980 e 1990.



Mas deixou seu exemplo luminoso e a certeza, para os que lutam pelo progresso social, que alcançar uma forma nova e superior de sociedade é necessário e possível.


ver materiais diversos em:

vermelho -90 anos da revolucao_russa


Cartaz - 1919 - 1º de Maio - os operários
só têm a perder os seus grilhões -